Minha Cidade
Venho de um lugar distante,
Uma cidade muito pequena,
E muito engraçada também
Lá os bosques são cercados,
As selvas são perpetuas
Mas em constante mudança
Os homens vivem ocupados com suas geringonças
Até mesmo andam nelas.
Os animais vivem nas cavernas,
Cavernas frágeis e frias,
Foram expulsos da selva pelo homem,
Vivem amontoados em diferentes espécies sem distinção,
Estes tem permissão de ira selva, mas para ajudar as pessoas
São vigiados rigorosamente,
Eles tem que cumprir as regras,
Regras feita pelos homens
Mas que servem só para os animais,
Eles até que são bem tratados,
Mas quando desejam os frutos das arvores,
Que eles semearam e cultivaram,
São banidos temporariamente.
Nessa cidade sofrem algum problema de visão
Nunca enxergam os êxitos, somente os erros.
E até mesmo os poucos humanos que lá habitam existe distinção .
O tipo mais interessante são os que andam de fardas.
São estes que tem como missão, ditar as regras e recolher os frutos.
Mas se preocupam com os outros e com os animais.
Sempre os distraem e lhes dão o mínimo para sobreviver.
As vezes falta dão um pouco a menos.
Pelo menos eles dizem que falta
No começo disse à vocês que era uma cidade engraçada e pequena
Engraçada é pois nunca vi traços de cidadões constituindo uma cidade,
E pequena porque mesmo com seu tamanho coube nesses versos.